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    AMANHAMOS-MA

    Que tem má apresentação ou que não foi bem executado....


    culto | adj.

    Que se lavrou ou plantou....


    amanho | n. m. | n. m. pl.

    Ato ou efeito de amanhar....


    fabrico | n. m.

    Ato ou arte de fabricar....


    culto | n. m.

    Forma pela qual se presta homenagem a uma divindade ou a uma entidade muito respeitada (ex.: culto mariano)....


    binagem | n. f.

    Operação de juntar a dois ou mais fios o fio do casulo depois de torcido....


    binágio | n. m.

    Celebração de duas missas pelo mesmo padre e no mesmo dia....


    haissúaque | n. m.

    Instrumento aguçado de madeira, usado em Timor, em vez de enxada e arado, para revolver e amanhar a terra....


    inculto | adj.

    Que não se plantou ou cultivou....


    bombicar | v. intr.

    Trabalhar no arranjo ou amanho de alguma coisa....


    granjear | v. tr.

    Tratar a terra para cultivo (ex.: granjear um terreno)....


    lavourar | v. tr. e intr.

    Trabalhar na lavoura, na agricultura....


    preparar | v. tr. | v. pron.

    Aprontar, arranjar....


    terçar | v. tr. | v. intr.

    Misturar (três coisas)....



    Dúvidas linguísticas


    Fazer de propósito ou fazer com propósito?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?