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    Pesquisa nas Definições por:

    AFUNILARA-VOS

    coanoide | adj. 2 g.

    Que tem forma de funil (ex.: tubérculo coanoide)....


    rotâmetro | n. f.

    Instrumento medidor do fluxo de um líquido ou de um gás, composto por um tubo afunilado de vidro e um peso flutuador que se desloca com a passagem do fluxo....


    covo | n. m.

    Cesto comprido de vime usado na pesca....


    nassa | n. f.

    Artefacto de pesca, feito de vimes ou fios entrelaçados, de abertura com feitio afunilado, para apanhar peixes e crustáceos....


    paroleira | n. f.

    Vasilha afunilada para azeitonas....


    cobo | n. m.

    Cesto comprido de vime usado na pesca....


    sanga | n. f.

    Escavação funda produzida num terreno pela chuva ou por correntes subterrâneas....


    afunilar | v. tr. e pron. | v. tr., intr. e pron.

    Dar ou ganhar forma de funil....


    trolha | n. f. | n. m.

    Espécie de pá em que o pedreiro tem a argamassa de que se vai servindo....


    garrafão | n. m.

    Recipiente grande do feitio de uma garrafa, de gargalo curto e geralmente com pega (ex.: garrafão de azeite; garrafão de plástico; garrafão de vidro revestido com palhinha; garrafão de vinho)....


    Mamífero muito pequeno (Galemys pyrenaicus) da família dos talpídeos, com corpo afunilado, cauda longa, focinho comprido e flexível, encontrado em rios e ribeiros na Península Ibérica e nos Pirenéus....


    Mamífero muito pequeno (Galemys pyrenaicus) da família dos talpídeos, com corpo afunilado, cauda longa, focinho comprido e flexível, encontrado em rios e ribeiros na Península Ibérica e nos Pirenéus....


    enchedeira | n. f.

    Utensílio afunilado por onde se introduz a carne nos enchidos....


    atabaque | n. m.

    Tambor cilíndrico baixo, de caixa metálica....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?