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    Pesquisa nas Definições por:

    ACEPIPAREM-LHO

    lambugem | n. f.

    Iguaria muito apetitosa....


    ujica | n. f.

    Espécie de quitute; iguaria delicada; acepipe....


    ambrozó | n. m.

    Acepipe brasileiro feito de farinha de milho, azeite e espécies....


    acepipe | n. m.

    Guloseima, pitéu....


    reboque | n. m.

    Ação de rebocar....


    antepasto | n. m.

    Iguaria que precede as refeições ou o primeiro prato....


    quitute | n. m.

    Comida apetitosa e requintada (ex.: quitutes libaneses)....


    revirado | adj. | n. m.

    Diferente; inteiramente oposto....


    aperitivo | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquilo que, abrindo os poros, facilita as secreções....


    prato | n. m. | adj.

    Peça, geralmente de louça, em que se come ou em que se serve a comida (ex.: prato de sopa; prato de sobremesa)....


    acepipar | v. tr.

    Tornar saboroso; dar gosto de acepipe....


    entrada | n. f.

    Local por onde se entra....


    apetecer | v. tr. e intr. | v. tr.

    Fazer sentir vontade ou desejo (ex.: apetece-me sair; apetecer-lhe-á sempre o que não pode ter; com este calor, nada apetece)....


    luculento | adj.

    Que mostra grande luxo ou abundância (ex.: acepipes luculentos)....


    petisco | n. m.

    Comida muito apetitosa....


    pitéu | n. m.

    Comida muito apetitosa....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.