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    execrou-o

    execrando | adj.

    Execrável; abominável....


    infando | adj.

    De que não se deve falar ou que não se deve referir, geralmente por causar horror....


    nefando | adj.

    Que não pode ou não deve ser falado ou referido, geralmente por causar horror....


    execrador | adj. n. m.

    Que ou aquele que execra....


    execrado | adj.

    Que se execrou ou que sofreu execração....


    odiado | adj.

    Que se odiou ou foi alvo de ódio (ex.: acabou por confraternizar com o seu mais odiado adversário)....


    gostar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Achar bom gosto a (ex.: não gosto de cerveja)....


    anátema | n. m. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Excomunhão com execração....


    detestar | v. tr. e pron.

    Sentir detestação ou aversão por (ex.: ela detesta chocolate)....


    execrar | v. tr.

    Abominar; ter em horror....


    renegar | v. tr. e intr.

    Deixar o seu partido ou a sua religião por outra; abjurar....


    execrável | adj. 2 g.

    Digno de execração, abominável, maldito....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber o antónimo de andrógeno, ou seja, o factor que estimula ou faz aparecer os caracteres femininos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?