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    gracejava-se-tos

    Expressão para indicar que se fala muito a sério....


    Aplica-se geralmente esta frase por gracejo, para anunciar algum acontecimento extraordinário....


    chança | n. f.

    Ato ou dito engraçado e inofensivo....


    laracha | n. f. | n. m.

    Gracejo; chalaça; cavaqueira, conversa....


    pacholice | n. f.

    Dito ou ato de pachola....


    brinco | n. m. | n. m. pl.

    Ação de brincar....


    jocos | n. m. pl.

    Personificação poética do prazer, da alegria e dos folguedos....


    pilhéria | n. f.

    Dito ou comentário que provoca ou pretende provocar o riso....


    blague | n. f.

    Peta, patranha....


    chufa | n. f.

    Gracejo impertinente....


    rabo-leva | n. m. 2 núm.

    Tira de papel ou de trapo que, geralmente pelo Carnaval, se põe na roupa de alguém para que seja alvo de troça....


    eutrapelia | n. f.

    Ato ou modo de gracejar sem ofender....


    apodo | n. m.

    Alcunha afrontosa....


    gracejador | adj. n. m.

    Que ou aquele que graceja....


    sabor | n. m.

    Impressão que deixa na boca o que se mastiga ou se engole....



    Dúvidas linguísticas


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?


    Agradecia que me esclarecessem em que categoria gramatical podemos classificar a locução à espera e qual a melhor forma de dizer: estou à espera de ti ou estou à tua espera.