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elefanta

elefantino | adj.

Do elefante ou a ele relativo....


barrito | n. m.

A voz do elefante e de outros animais....


tromba | n. f.

Órgão extremamente flexível que no elefante é a sede do olfacto e do tacto e com o qual apreende a comida e a bebida que leva à boca....


casal | n. m.

Par formado por macho e fêmea (ex.: casal de elefantes)....


proboscídeo | adj. | n. m. pl.

Que tem o nariz em forma de tromba....


aleá | n. f.

Fêmea do elefante....


cornaca | n. m.

Condutor ou tratador de elefantes....


elefanta | n. f.

Fêmea do elefante....


elefantíase | n. f.

Moléstia do género lepra que dá à pele a aparência rugosa e dura da pele do elefante....


paquiderme | adj. 2 g. | n. m. pl.

Diz-se de animais com a pele espessa (elefante, hipopótamo, rinoceronte)....


piropina | n. f.

Substância albuminóide, vermelha, extraída dos dentes do elefante....


barrido | n. m.

A voz do elefante e de outros animais....


terrestre | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

Relativo ou pertencente ao planeta Terra (ex.: crosta terrestre)....


epiceno | adj. n. m.

Diz-se de ou nome que tem apenas um género e designa animais cujo sexo masculino e feminino pode ser determinado através das palavras macho ou fêmea (ex.: em o elefante fêmea encontramos um caso de substantivo epiceno)....


índico | adj. | adj. n. m.

Relativo ou pertencente à Índia, país asiático (ex.: elefante índico)....


aliá | n. f.

Fêmea do elefante....



Dúvidas linguísticas



Qual a forma correcta: perda de tempo ou perca de tempo?
As formas perda e perca são sinónimas, e encontram-se registadas como tal, por exemplo, no Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra Editora, 1966) e em dicionários como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências/Verbo, 2001) ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Círculo de Leitores, 2002).

No entanto, a forma preferencial é perda, uma vez que a variante perca tem origem mais popular, devendo ser utilizada apenas em contextos mais informais.




As palavras Aveiro e petrologia lêem-se uma com o a aberto e a outra com o e aberto. Reparo no entanto a falta de acentuação. Será que isto se deverá à etimologia das palavras?
A acentuação gráfica das palavras em português não serve para indicar a qualidade das vogais, mas sim para marcar a sílaba tónica. Assim, Aveiro e petrologia não têm acento gráfico porque se trata de palavras graves (acentuadas nas sílabas -vei- e -gi-, respectivamente), que, de um modo geral, não são acentuadas graficamente no sistema ortográfico português.

O facto de a primeira poder ser lida com um a aberto e a segunda com um e aberto (embora a pronúncia de petrologia com e central fechado, como o e de se, seja muito mais comum no português europeu) não implica a necessidade de uso de diacrítico. Veja-se, a título de exemplo, o caso dos homógrafos forma (ó) e forma (ô), a que correspondem sentidos e produções fonéticas diferentes, mas cuja distinção é feita através do contexto em que ocorrem e não através do uso de acentuação gráfica (o Acordo Ortográfico de 1990 indica que o uso do acento circunflexo é facultativo no caso destes homógrafos).

Segundo o Acordo Ortográfico de 1945, há casos excepcionais de uso dos acentos gráficos, sempre em sílabas tónicas, para distinção entre palavras homónimas com categorias morfossintácticas diferentes (ex.: pelo [preposição] / pêlo [nome] ; para [preposição] / pára [forma do verbo parar]). O Acordo de 1990 prevê que o acento distintivo nos exemplos acima mencionados seja eliminado, mas mantém-no no caso de por [preposição] / pôr [verbo].


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