PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    desejava-se-ta

    Que causa diminuição ou ausência de desejo sexual....


    bem-querente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja bem a outrem....


    benévolo | adj.

    Que deseja bem aos outros....


    contraproducente | adj. 2 g.

    Que prova precisamente o contrário do que se queria provar....


    Que exprime desejo ou vontade (ex.: pensamento desiderativo, posição desiderativa)....


    enfim | adv.

    Por último; em último lugar....


    improcedente | adj. 2 g.

    Que não concorre para o fim desejado, antes o contraria....


    lento | adj. | adv.

    Vagaroso; moroso; ronceiro; que dura ou parece durar muito mais do que seria para desejar....


    malquerente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja mal a outrem....


    pícaro | adj.

    Falto de honra e de vergonha....


    propenso | adj.

    Que tende naturalmente para....


    querente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja....



    Dúvidas linguísticas


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?