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    Pesquisa nas Definições por:

    TRAMAVAS-LHAS

    atramado | adj.

    O mesmo que tramado....


    novelesco | adj.

    Relativo a ou próprio de novela (ex.: acontecimento digno de uma trama novelesca)....


    rapado | adj.

    Que se rapou....


    conjuração | n. f.

    Compromisso solenemente contraído entre vários indivíduos contra um governo constituído ou as instituições vigentes....


    conluio | n. m.

    Combinação de dois ou mais para prejudicar outrem....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    meada | n. f.

    Porção de fios dobados....


    traça | n. f.

    Ato ou efeito de traçar....


    coligação | n. f.

    Liga de vários para um fim comum....


    coluio | n. m.

    Combinação de dois ou mais para prejudicar outrem....


    urdidura | n. f.

    Ato ou efeito de urdir....


    trama | n. m.

    O mesmo que trâmuei....


    entrecho | n. m.

    Sucessão encadeada de acontecimentos e peripécias à volta do assunto principal de um romance, uma peça de teatro ou de outra narrativa ou obra de ficção....


    estroma | n. m.

    Tecido que sustenta um órgão ou uma estrutura anatómica (ex.: estroma gastrointestinal; estroma ovariano)....


    teia | n. f.

    Tecido de linho, cânhamo, algodão, etc....


    tramo | n. m.

    Espaço de parede ou subdivisão de uma nave entre dois suportes....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?