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    Pesquisa nas Definições por:

    TACHÁRAMOS

    caldeiro | n. m. | adj.

    Vaso para tirar água dos poços....


    chaspa | n. f.

    Panela ou tacho, com tampa, largo e baixo....


    puia | n. f.

    Pé de craveiro....


    grelhada | n. f.

    Prato tostado na grelha ou em tacho ou frigideira sem gordura, geralmente carne ou peixe....


    pírcingue | n. m.

    Perfuração na pele para uso de tachas ou enfeites....


    ginga | n. f.

    Espécie de remo que, apoiado num encaixe sobre a popa, faz andar a embarcação....


    presilha | n. f.

    Cordão, fita, etc., geralmente em forma de aselha ou de alça, que serve para prender, apertar ou esticar....


    bitafe | n. m.

    Título, rótulo....


    cozedeira | n. f.

    Peça de louça ou tacho em que se faz comida....


    taxa | n. f.

    Tabela dos emolumentos e custas dos processos....


    taxo | n. m.

    Teixo....


    toura | n. f.

    Vaca nova ou estéril....


    tacha | n. f.

    Tacho grande usado nos engenhos de açúcar....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?