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    PRORROGOU-MAS

    Que prorroga ou que serve para prorrogar; que origina prorrogação ou prolongamento....


    moratória | n. f.

    Espera ou prorrogação concedida pelo credor ao devedor....


    prorroga | n. f.

    Ato ou efeito de prorrogar....


    antecipar | v. tr. | v. pron.

    Fazer suceder antes do tempo devido ou determinado....


    postecipar | v. tr.

    Transferir para uma data posterior (ex.: acusou o governo de antecipar impostos e postecipar pagamentos)....


    prorrogar | v. tr.

    Tornar mais longo (ex.: prorrogar o prazo estabelecido)....


    protelar | v. tr.

    Transferir para uma data posterior....


    improrrogável | adj. 2 g.

    Que se não pode prorrogar nem dilatar....


    Que prorroga ou que serve para prorrogar; que origina prorrogação ou prolongamento....


    prórroga | n. f.

    O mesmo que prorrogação....


    adiamento | n. m.

    Ato ou efeito de adiar....


    indúcias | n. f. pl.

    Cessação temporária de hostilidades entre beligerantes....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida persistente sobre a pronúncia de algumas palavras que mudam a pronúncia do /ô/ por /ó/, como em ovo e ovos quando no plural. Existe alguma regra que me ajudaria nisto, haja visto que procurei em alguns dicionários e não encontrei referência alguma? Minhas maiores dúvidas são com respeito ao plural das palavras rosto, gostoso e aborto.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?