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    PENAS

    apavonado | adj.

    Semelhante às penas do pavão....


    atanário | adj.

    Diz-se do pássaro que ainda não mudou a pena do ano precedente....


    Que tem a barba ou as penas ruivas....


    De asas demasiado curtas para o voo....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    crassipene | adj. 2 g.

    Que tem penas espessas....


    encachiado | adj.

    Diz-se do peru e do pavão, quando se entufam e fazem roda com as penas da cauda....


    filiforme | adj. 2 g.

    Delgado como um fio (ex.: pena filiforme)....


    fulvipene | adj. 2 g.

    Que tem as penas fulvas....


    garantido | adj.

    Afiançado; cuja boa qualidade é afiançada, sob pena de rescisão do contrato de venda....


    implume | adj. 2 g.

    Que ainda não tem penas formadas....


    latipene | adj.

    Que tem penas largas....




    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?