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    OFERTARA-AS

    magnânimo | adj.

    Que tem grandeza ou magnanimidade (ex.: chefe magnânimo)....


    almoeda | n. f.

    Venda pública feita a quem faz a maior oferta....


    sacrifício | n. m.

    Oferta solene à divindade, em donativos ou vítimas....


    economia | n. f. | n. f. pl.

    Regra e moderação nos gastos....


    oferenda | n. f.

    Oferta; oblação; oblata....


    oferteira | n. f.

    Mulher que conduz fogaças ou ofertas à igreja....


    ofertório | n. m.

    Parte da missa em que se oferece a hóstia e o cálice....


    procura | n. f.

    Ação de procurar....


    presente | adj. 2 g. | n. m. | interj.

    Que está no lugar onde se fala ou de que se fala....


    prostituta | n. f.

    Mulher que obtém lucro através da oferta de serviços sexuais; mulher que exerce a prostituição....


    spread | n. m.

    Diferença entre a taxa de juro cobrada por uma instituição financeira a um cliente e a taxa de juro que essa instituição paga....


    OPA | n. f.

    Acrónimo de Oferta Pública de Aquisição (ex.: OPA amigável; OPA hostil)....


    OPV | n. f.

    Sigla de Oferta Pública de Venda....


    além | adv. | n. m.

    Mais longe que, mais para lá de....


    fogaça | n. f.

    Bolo ou pão cozido, cujor formato e ingredientes variam de região para região....


    commodity | n. f.

    Matéria-prima ou mercadoria primária produzida em grande quantidade, cujo preço é regulado pela oferta e pela procura internacionais e não varia muito consoante a origem ou a qualidade....


    oblação | n. f.

    Ato de oferecer a Deus ou aos santos....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a palavra correcta para definir a parte do dia que tem claridade?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?