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OPA

opaopa | interj.
opaopa | n. f.
OPAOPA | n. f.
3ª pess. sing. pres. ind. de oparopar
2ª pess. sing. imp. de oparopar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

o·pa |ô|o·pa |ô|2


(origem expressiva)
interjeição

1. [Brasil]   [Brasil]  Expressão usada para exprimir espanto ou admiração.

2. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Fórmula de saudação. = OI


SinónimoSinônimo Geral: OBA

Confrontar: upa.

o·pa |ó|o·pa |ó|1


(origem obscura)
nome feminino

1. [Vestuário]   [Vestuário]   [Vestuário]  Capa sem mangas, mas com aberturas para enfiar os braços, usada geralmente por confrarias religiosas em cerimónias. = BALANDRAU

2. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Festa animada. = FARRA, FOLIA, PÂNDEGA

Confrontar: upa.

OPA |ópa|OPA |ópa|3


nome feminino

Acrónimo de Oferta Pública de Aquisição (ex.: OPA amigável; OPA hostil).


o·par o·par

- ConjugarConjugar

(origem duvidosa)
verbo transitivo

Inchar, intumescer.

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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber qual a origem da palavra "Oporto" que habitualmente é usada para referenciar a cidade do Porto, Portugal. Obrigado
A origem da palavra inglesa Oporto reside expressão portuguesa "o Porto". O artigo definido o precede quase sempre o nome desta região do Norte de Portugal (ex.: a família mudou-se para o Porto; as gentes do Porto são muito acolhedoras), daí que pareça (ou tenha parecido), a ouvidos estrangeiros, como uma só palavra.



Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

ta·pe·cei·ro ta·pe·cei·ro


(francês tapissier)
nome masculino

1. Fabricante ou vendedor de tapetes.

2. Pessoa que tece tapetes.


SinónimoSinônimo Geral: TAPETEIRO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/OPA [consultado em 26-06-2022]