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    Pesquisa nas Definições por:

    NOTARMOS-MO

    apercetível | adj. 2 g.

    Que, por ser percetível, pode ser notado por nós....


    bemolado | adj.

    Designativo da nota musical afetada de bemol....


    Desprovido ou desguarnecido de provisões ou apercebimentos....


    Que não se viu ou que não se ouviu; a que não se deu atenção....


    Diz-se de certas transições harmónicas em que a mesma nota varia só uma coma....


    insigne | adj. 2 g.

    Que se distingue positivamente entre os demais....


    notado | adj.

    Notável, afamado....


    promíscuo | adj.

    Misturado sem ordem (notando-se na confusão mais de mau que de bom)....


    Usa-se para acrescentar, destacar, especificar ou pormenorizar informação (ex.: ainda há algumas dúvidas, notadamente em relação à segurança)....


    aná | adv.

    Usado para significar em partes iguais ou com a mesma quantidade de cada componente....


    conquanto | conj. concess.

    Introduz uma oração subordinada, indicando oposição em relação ao expresso na oração subordinante, mas sem a invalidar (ex.: ia viver para outro país, conquanto não fosse essa a sua vontade)....


    adáctilo | adj.

    Que não tem dedos (ave), ou unhas nas patas anteriores (crustáceos)....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?