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    Pesquisa nas Definições por:

    MUTILAREMOS

    tronco | n. m. | adj.

    Parte da árvore compreendida entre a raiz e os primeiros ramos ou pernadas....


    amputado | adj. | n. m.

    Que se amputou ou que sofreu amputação....


    anaplasia | n. f.

    Arte de dar a uma parte mutilada do corpo a sua forma normal....


    germinista | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Pessoa sectária da teoria segundo a qual as partes mutiladas de certos seres se reproduzem por meio de germes reparadores....


    Corte voluntário de uma parte do próprio corpo....


    fanado | adj. | n. m.

    Murcho; estreito, esguio....


    autotomia | n. f.

    Mutilação espontânea que se observa em certos animais....


    pasquim | n. m.

    Escrito anónimo afixado em lugar público com expressões satíricas contra o governo ou alguma pessoa constituída em dignidade....


    cólobo | n. m.

    Designação comum a vários macacos africanos da família dos cercopitecídeos do género Colobus, de corpo esguio, de cauda comprida, pelo longo e polegares reduzidos ou ausentes....


    mutilado | adj. n. m. | adj.

    Privado de uma parte qualquer do corpo (ex.: mutilados de guerra)....


    mutilador | adj. n. m.

    Que ou aquele que mutila....




    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?