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    Pesquisa nas Definições por:

    Intrigava-os

    arquiteto | n. m.

    Pessoa que tem como profissão idealizar e projetar edifícios ou espaços arquitetónicos, podendo também dirigir a sua construção....


    arranjo | n. m.

    Ato ou efeito de arranjar....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    falatório | n. m.

    Ruído de muitas vozes simultâneas....


    meada | n. f.

    Porção de fios dobados....


    meandro | n. m.

    Sinuosidade; volta....


    urdimaça | n. f.

    Enredo, intriga ou mexerico. (Mais usado no plural.)...


    enredadeira | n. f.

    Mulher dada a enredos e intrigas....


    invencionice | n. f.

    Extravagância; manha, astúcia; mentira; intriga....


    maranha | n. f.

    Fios embaraçados....


    pretoriano | adj. | n. m.

    Relativo ao pretor romano (ex.: autorização pretoriana; édito pretoriano)....


    urdidura | n. f.

    Ato ou efeito de urdir....


    calhandrice | n. f.

    Atitude de quem gosta de intrigas ou de boatos....


    intrigalha | n. f.

    Grande intriga ou conjunto de intrigas....


    alcoveto | n. m.

    Pessoa que serve de intermediária em relações amorosas ou matrimoniais....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?