PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    IDEAVA-OS

    alegórico | adj.

    Que envolve alegoria; que representa indiretamente uma coisa ou uma ideia....


    americo- | elem. de comp.

    Exprime a ideia de América....


    casto | adj.

    Que tem castidade....


    entre | prep.

    Indica situação ou espaço em meio ou dentro de....


    genético | adj.

    Relativo à genética, aos genes....


    Relativo à ideografia ou a ideograma....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    vário | adj. | quant. exist. pron. indef. pl. | quant. exist. pl.

    De cores ou matizes diversos....


    De natureza ou com o caráter das obras de Voltaire....


    wronskiano | adj.

    Relativo a Josef Hoëné-Wronski (1776-1853), matemático e filósofo polaco, ou às suas ideias filosóficas acerca da mecânica celeste....


    -xilo | elem. de comp.

    Exprime a ideia de madeira (ex.: eritróxilo)....


    inobstante | prep.

    Indica oposição a uma outra ideia exposta, mas que não é impeditiva (ex.: a empresa, inobstante ter sido mal avaliada nesse critério, não reclamou da avaliação)....


    ideativo | adj.

    Relativo a ideia ou ideias (ex.: o projeto está na fase ideativa)....


    Relativo à noosfera, ao mundo das ideias e do pensamento humano....


    data venia | loc.

    Expressão usada para discordar de ou contrariar respeitosamente a ideia ou opinião de outrem; com o devido respeito....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?