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    Pesquisa nas Definições por:

    Guardado

    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    guardonho | adj.

    Que é muito apegado ao dinheiro ou que gasta pouco....


    tuitivo | adj.

    Que defende; próprio para defesa....


    velado | adj.

    Guardado durante o sono ou a doença....


    cave canem | loc.

    Inscrição gravada nos umbrais das casas romanas, e comprovada num mosaico pompeiano, que alerta para a presença de um cão de guarda....


    locular | adj. 2 g.

    Que tem lóculos separados por septos....


    almocouvar | n. m.

    Pastor que, na guarda de um rebanho, é imediatamente inferior ao maioral....


    alvaçuz | n. m.

    Compartimento, no porão do navio, onde se guardam cabos, ferragens, etc....


    armazém | n. m.

    Local, geralmente espaçoso, onde se guardam coisas em grandes quantidades (ex.: armazém de géneros alimentícios, armazém de munições)....


    chidura | n. f.

    Vaso utilizado pelos indígenas de Moçambique para guardar mantimentos....


    compoteira | n. f.

    Vaso em que se serve ou guarda a compota....


    encoadura | n. f.

    Viveiro onde se guardam os peixes pescados ainda vivos....


    escolta | n. f.

    Troço de tropas de gente armada (ou navios) que vão acompanhando e custodiando alguém ou alguma coisa....


    escoveira | n. f.

    Lugar ou objeto onde se guardam escovas....


    escoveiro | n. m.

    O que faz ou vende escovas....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?