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    Pesquisa nas Definições por:

    ESTOFANDO-MO

    almofadado | adj.

    Estofado, acolchoado, fofo como almofada....


    almofada | n. f.

    Espécie de saco estofado para assento, para recosto da cabeça ou para fins decorativos (ex.: almofada de penas)....


    banqueta | n. f.

    Banco geralmente sem encosto e estofado....


    camelão | n. m.

    Estofo impermeável de pelo de cabra ou lã....


    bergère | n. f.

    Cadeirão baixo, com assento largo e fundo, geralmente com estofo no encosto, braços e assento....


    canapé | n. m.

    Assento longo de palhinha ou estofado, com braços e recosto....


    chumaço | n. m.

    Material que estofa interiormente um móvel ou uma peça de vestuário....


    coxim | n. m.

    Espécie de sofá sem costas....


    estufado | adj. | n. m.

    Que se estufou....


    levantina | n. f.

    Estofo de seda ordinária....


    tomento | n. m.

    Parte fibrosa e áspera do linho; estopa grossa....


    estofado | adj. | n. m.

    Que se estofou....


    brocado | n. m. | adj.

    Estofo ou tecido entretecido de seda e fios de ouro ou prata, com desenhos em relevo (ex.: o brocado é usado, por vezes, em encadernações requintadas)....


    feltro | n. m.

    Tecido feito do empastamento e compressão da lã ou do pelo....


    macaio | n. m.

    Antigo estofo de seda e lã....


    sovaco | n. m.

    Cavidade na parte inferior da articulação superior do braço....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.