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    Pesquisa nas Definições por:

    ESPIONAM-TAS

    bombeador | n. m.

    Aquele que bombeia ou espiona o campo inimigo....


    bombear | v. tr.

    Dar forma bojuda a....


    esculcar | v. tr. e intr.

    Procurar ou examinar com cuidado; agir como esculca....


    espiar | v. tr.

    Observar ou ouvir secretamente, para obter informações....


    espionar | v. tr.

    Espiar; observar; indagar como espião....


    pombear | v. tr. | v. intr.

    Ir no encalço de....


    arapongar | v. tr.

    Obter secretamente informações sobre algo ou alguém (ex.: arapongar conversas; arapongar dados)....


    esquadrinhar | v. tr.

    Buscar com cuidado e diligência, e até nos menores recantos....


    cocar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Estar de atalaia, estar à espreita....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.