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    Pesquisa nas Definições por:

    ESFOMEAREM-TO

    piego | adj.

    Próximo, que anda perto (diz-se do lobo que anda esfomeado)....


    faminto | adj.

    Que tem muita fome....


    esfomeado | adj. n. m.

    Que ou quem tem muita fome ou come com muita avidez....


    fominhas | adj. 2 g. 2 núm. n. 2 g. 2 núm.

    Que ou quem come com muita avidez....


    mesmo | det. e pron. dem. | pron. dem. | det. dem. | adv. | n. m.

    Indica igualdade, semelhança ou identidade (ex.: ele vestiu estas mesmas calças ontem; ela continua a mesma apesar de tudo o que lhe aconteceu)....


    fominha | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Fome pouco intensa ou começo de vontade de comer....


    famaco | adj.

    Que tem muita fome....


    arado | n. m. | adj.

    Instrumento rústico para lavrar a terra....


    garganeiro | adj. n. m.

    Que ou o que tem muita fome ou que come muito....


    lazeirar | v. intr.

    Ter lazeira; estar esfomeado....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?