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    Pesquisa nas Definições por:

    Discernis-Ta

    estólido | adj.

    Que é desprovido de inteligência ou de discernimento....


    discrição | n. f.

    Qualidade de discreto (ex.: confio na sua discrição)....


    acrisia | n. f.

    Evolução de uma doença sem crise....


    sapiência | n. f.

    Qualidade do que é sapiente....


    estúpido | adj. | adj. n. m.

    Que não tem ou não desperta interesse....


    bajoujo | adj. n. m.

    Que ou quem está perdido de amores....


    tento | n. m.

    Ato de cuidar ou de se ocupar de algo ou alguém (ex.: tento na língua)....


    cego | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou quem está privado do sentido de visão ou tem uma visão muito reduzida....


    discernir | v. tr. | v. tr. e intr.

    Perceber com clareza; estabelecer convenientemente as diferenças ou as características de (ex.: há quem não consiga discernir as cores; os bebés já sabem discernir o doce do amargo)....


    discriminar | v. tr. | v. pron.

    Estabelecer diferenças....


    separar | v. tr. | v. pron.

    Desunir o que estava ligado....


    discernido | adj.

    Que se discerniu ou que se percebeu claramente....


    gosto | n. m.

    Sentido pelo qual se distinguem sabores através da língua....


    razão | n. f. | n. m. | n. f. pl.

    O conjunto das faculdades intelectuais....


    quinau | n. m.

    Ato ou efeito de corrigir....


    imbecil | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou o quem demonstra pouca inteligência ou discernimento....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?