Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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discernimentodiscernimento | s. m.
derivação masc. sing. de discernirdiscernir
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dis·cer·ni·men·to dis·cer·ni·men·to
(discernir + -mento)
nome masculino

1. Faculdade de discernir.

2. Critério.

3. Capacidade para avaliar ou julgar. = JUÍZO, TINO

4. Escolha.

5. Distinção.

6. Apreciação.


dis·cer·nir dis·cer·nir - ConjugarConjugar
(latim discerno, -ere, separar, distinguir, reconhecer, decidir)
verbo transitivo

1. Perceber com clareza; estabelecer convenientemente as diferenças ou as características de (ex.: há quem não consiga discernir as cores; os bebés já sabem discernir o doce do amargo). = DISTINGUIR, DISCRIMINAR

2. Apreender o sentido de (ex.: ele consegue discernir bem as consequências das suas acções). = COMPREENDER, ENTENDER, PERCEBER

verbo transitivo e intransitivo

3. Fazer julgamento ou avaliação (ex.: o júri tinha de discernir qual o melhor candidato; o juiz terá de discernir). = APRECIAR, AVALIAR, JULGAR

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Gostaria de saber qual é a origem da palavra Obrigada (o) e também como se deve responder a esta palavra.
Obrigado (a/os/as) é um adjectivo (também usado como interjeição) que pode ser definido como "que se sente devedor de alguma coisa, normalmente um favor ou uma amabilidade". Este adjectivo deriva do verbo obrigar, sendo provável que originalmente fosse uma construção verbal como "Fico-lhe obrigado (= agradecido)" ou "Ela ficou-lhe obrigada (= agradecida)".

As respostas à fórmula de agradecimento obrigado(a) podem ser muito variadas, muitas vezes dependendo da situação de comunicação, como "Não tem de quê", "De nada", "Obrigado(a) eu" ou ainda "Obrigados(as) nós".




O VOLP, os dicionários Houaiss, Aurélio e Priberam registram o verbete "norma-padrão", com hífen. A mesma grafia é encontrada nas gramáticas da Língua Portuguesa de autores brasileiros. Por outro lado, nenhuma das fontes acima citadas registra ou usa a forma "norma-culta", com hífen. Nas gramáticas, só aparece "norma culta", sem hífen. Qual seria a explicação para o uso do hífen em "norma-padrão" e o não uso do hífen em "norma culta"?
No caso de norma culta, trata-se de um sintagma nominal composto por um substantivo (norma) e por um adjetivo (culto) que concorda com o substantivo que modifica em género e número (norma culta, normas cultas), não havendo por isso necessidade de hífen.

No caso de norma-padrão, trata-se de uma palavra composta por dois substantivos. Neste caso, o segundo substantivo (padrão) comporta-se como se fosse um adjetivo, já que, de algum modo, determina a natureza do primeiro substantivo: a norma-padrão é a norma que constitui a referência, o padrão. Este tipo de formação neológica, que traduz um conceito novo (outros casos incluem palavra-chave, andar-modelo, escola-piloto ou ataque-relâmpago) podem, durante algum tempo, causar alguma hesitação na sua escrita, podendo coexistir as grafias com e sem hífen, geralmente num estado transitório e até que uma delas se imponha pelo uso. Esta informação encontra-se explicitada no verbete padrão do Dicionário Priberam.

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Palavra do dia

o·ré·a·de o·ré·a·de
(latim Oreas, -adis)
nome feminino

[Mitologia]   [Mitologia]  Ninfa dos bosques, dos montes ou das grutas.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/discernimento [consultado em 07-07-2020]