Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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gostogosto | s. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de gostargostar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

gos·to |ô| gos·to |ô|
(latim gustus, -us)
nome masculino

1. Sentido do paladar.

2. [Por extensão]   [Por extensão]  Sabor (inerente ao que se mete na boca.)

3. [Figurado]   [Figurado]  Prazer, satisfação.

4. Inclinação, propensão.

5. Discernimento, critério.

6. Feitio, forma, estilo.


bom gosto
Conjunto de escolhas que se considera uma opção estética de qualidade.

de gosto
Bonito; elegante (falando das coisas).

Que sabe apreciar o que é bom ou que sabe dispor bem as coisas (falando de pessoas).

mau gosto
Conjunto de escolhas que se considera uma opção estética de má qualidade.

Plural: gostos |ô|.Plural: gostos |ô|.

gos·tar gos·tar - ConjugarConjugar
(latim gusto, -are, provar)
verbo transitivo

1. Achar bom gosto a (ex.: não gosto de cerveja). = APRECIAR

2. Ter prazer em ver ou em sentir (ex.: gostou do filme?).

3. Achar-se ou dar-se bem.

4. Ter inclinação.

5. Ter por hábito. = USAR

6. Simpatizar.

7. Provar.

8. Ter satisfação em.

verbo transitivo e pronominal

9. Ter afeição. = ESTIMAR


AntónimoAntônimo Geral: DETESTAR, EXECRAR, ODIAR

Confrontar: gustar.

Ver também dúvida linguística: regência dos verbos gostar e querer.
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Traduzir "gosto" para: Espanhol | Francês | Inglês

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Dúvidas linguísticas


Uma professora minha disse que nunca se podia colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo. É verdade?
Sobre o uso da vírgula em geral, por favor consulte a dúvida vírgula antes da conjunção e. Especificamente sobre a questão colocada, de facto, a indicação de que não se pode colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo é verdadeira. O uso da vírgula, como o da pontuação em geral, é complexo, pois está intimamente ligado à decomposição sintáctica, lógica e discursiva das frases. Do ponto de vista lógico e sintáctico, não há qualquer motivo para separar o sujeito do seu predicado (ex.: *o rapaz [SUJEITO], comeu [PREDICADO]; *as pessoas que estiveram na exposição [SUJEITO], gostaram muito [PREDICADO]; o asterisco indica agramaticalidade). Da mesma forma, o verbo não deverá ser separado dos complementos obrigatórios que selecciona (ex.: *a casa é [Verbo], bonita [PREDICATIVO DO SUJEITO]; *o rapaz comeu [Verbo], bolachas e biscoitos [COMPLEMENTO DIRECTO]; *as pessoas gostaram [Verbo], da exposição [COMPLEMENTO INDIRECTO]; *as crianças ficaram [Verbo], no parque [COMPLEMENTO ADVERBIAL OBRIGATÓRIO]). Pela mesma lógica, o mesmo se aplica aos complementos seleccionados por substantivos (ex. * foi a casa, dos avós), por adjectivos (ex.: *estava impaciente, por sair) ou por advérbios (*lava as mãos antes, das refeições), que não deverão ser separados por vírgula da palavra que os selecciona.

Há, no entanto, alguns contextos em que pode haver entre o sujeito e o verbo uma estrutura sintáctica separada por vírgulas, mas apenas no caso de essa estrutura poder ser isolada por uma vírgula no início e no fim. Estes são normalmente os casos de adjuntos nominais (ex.: o rapaz, menino muito magro, comeu muito), adjuntos adverbiais (ex.: o rapaz, como habitualmente, comeu muito), orações subordinadas adverbiais (ex.: as pessoas que estiveram na exposição, apesar das más condições, gostaram muito), orações subordinadas relativas explicativas (ex.: o rapaz, que até não tinha fome, comeu muito).




A língua portuguesa a partir deste ano não seria unificada? As palavras não seriam igualmente escritas em todos os países que têm como língua mãe o português?
O que está em discussão quando se fala do Acordo Ortográfico (cuja entrada em vigor e período de transição têm datas variáveis consoante cada país) não é uma unificação da língua, mas uma "ortografia unificada" (cf. primeiro parágrafo do Acordo Ortográfico de 1990).

A linguagem escrita, contrariamente à linguagem oral, não é adquirida por exposição a textos escritos, antes resulta de aprendizagem, isto é, de alfabetização. Através de processos de repetição, de leitura e de memorização há uma aprendizagem formal, geralmente institucionalizada, da representação gráfica da oralidade. Tal representação obedece a regras convencionadas, algumas das quais adquiridas de forma explícita. A ortografia é então apenas uma parte da língua, a mais convencionada e menos natural, que corresponde à forma gráfica que a língua assume nos seus suportes escritos.

O Acordo Ortográfico pretende uniformizar, de alguma forma, a ortografia da língua portuguesa, mas este texto legal não pretende neutralizar as variadíssimas diferenças e variantes entre as variedades do português, principalmente no que diz respeito ao léxico, à fonética ou à sintaxe. Mesmo a nível ortográfico, há diferenças, principalmente entre a norma brasileira e a norma portuguesa, que não estão previstas e não são resolvidas pelo Acordo Ortográfico, nomeadamente aquelas que resultam da tradição lexicográfica (i.e., o registo das palavras nos dicionários, ao longo de muitos anos) diferente em Portugal e no Brasil (ex.: alforge, beringela, connosco ou missanga na norma europeia e alforje, berinjela, conosco ou miçanga na norma brasileira).


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Palavra do dia

o·ca·ra |ò| o·ca·ra |ò|
(tupi o'kara)
nome feminino

[Brasil]   [Brasil]  Praça de uma aldeia indígena.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/gosto [consultado em 09-08-2020]