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    Pesquisa nas Definições por:

    Despejava-Ta

    bartedouro | n. m.

    Espécie de pá cavada em escudela com que se despeja a água que entra nas embarcações....


    basculador | n. m.

    Aparelho que, por oscilação, serve para despejar vagonetas, vagões, etc....


    terreiro | n. m. | adj.

    Espaço de terra amplo, plano e despejado....


    alfurja | n. f.

    Pátio interior, destapado, que deixa passar a luz a e o ar....


    despego | n. m.

    Desapego, falta de afeição; desprezo de coisas mundanas; desinteresse; isenção....


    despejo | n. m.

    Ato ou efeito de despejar....


    seco | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que não tem água ou humidade....


    exausto | adj.

    Que se exauriu; que está sem forças, físicas ou psicológicas....


    depleção | n. f.

    Diminuição quantitativa de líquido ou matéria contidos no corpo (ex.: depleção do volume intravascular)....


    depletivo | adj.

    Que produz depleção ou redução (ex.: efeito depletivo; na gravidez, há processos depletivos de ferro)....


    cincar | v. intr.

    Perder cinco pontos (no jogo da bola)....


    desaguar | v. tr. | v. intr.

    Dar saída às águas de....


    desalagar | v. tr.

    Esgotar as águas de cima de; enxugar....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe a expressão sobrinhas-netas e se o uso do hífen está correcto.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?