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    Pesquisa nas Definições por:

    Derivemos

    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    baldo | adj.

    Que tem falta de algo....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    escuso | adj.

    Que se escusou ou foi objeto de escusa....


    Que, apesar de derivar da mesma origem, difere (de outro)....


    malónico | adj.

    Diz-se de um ácido ( C3H4O4) derivado do ácido málico por oxidação, usado na indústria farmacêutica....


    metílico | adj.

    Diz-se dos compostos derivados do metano....


    Diz-se das línguas vivas derivadas do celta....


    neolatino | adj.

    Diz-se das línguas modernas derivadas do latim....


    ou | conj.

    Indica alternativa ou opcionalidade (ex.: ver um filme ou ler um livro)....


    potássico | adj.

    Diz-se dos derivados do potássio ou de certas combinações químicas em que entra o potássio....


    recurvo | adj.

    Recurvado; torcido....


    torpe | adj. 2 g.

    Que entorpece....


    Diz-se de um composto orgânico derivado do ácido arsénico....


    grátulo | adj.

    O mesmo que gratulatório....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?