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    Pesquisa nas Definições por:

    Decretes

    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    decretalista | n. 2 g.

    Jurisconsulto versado em decretais....


    decreto | n. m.

    Deliberação superior que obriga à observância....


    degredo | n. m.

    Pena de desterro, imposta judicialmente como castigo de um crime grave....


    relatório | n. m.

    Exposição escrita em que se descrevem todos os factos de uma gerência, os dados colhidos numa sindicância, os trabalhos de uma comissão, etc....


    sinódico | adj. | n. m.

    Relativo a sínodo (ex.: decreto sinódico)....


    ucasse | n. m.

    Decreto de um soberano, na Rússia imperial....


    firmão | n. m.

    Decreto, provisão, alvará ou carta régia emanada de um soberano ou autoridade muçulmana e por ela assinada....


    mando | n. m.

    Direito, autoridade, poder de mandar....


    restrição | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de restringir; limitação....


    revisão | n. f.

    Ato ou efeito de rever....


    veto | n. m.

    Oposição, recusa....


    considerando | n. m.

    Cada uma das razões em que se apoia uma sentença, decreto, etc., motivo....


    plebiscito | n. m.

    Voto expresso diretamente pelo povo....


    decretado | adj. | adv.

    Que se decretou ou determinou....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?