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    Pesquisa nas Definições por:

    DISSERTARMOS-MOS

    memorista | n. 2 g.

    Autor ou autora de memórias ou dissertações académicas....


    diatribe | n. f.

    Na antiga Grécia, dissertação que os filósofos faziam acerca de uma obra....


    dissertador | adj. n. m.

    Que ou aquele que disserta....


    Ato ou efeito de enquadrar ou de se enquadrar....


    memoriar | v. tr.

    Reduzir a memória ou relato oral ou escrito....


    Que é relativo a fundamentação ou serve para fundamentar (ex.: dissertação fundamentativa; quadro fundamentativo)....


    memória | n. f. | n. f. pl.

    Faculdade pela qual o espírito conserva ideias ou imagens, ou as readquire sem grande esforço....


    dissertante | adj. 2 g.

    Que disserta ou que serve para dissertar....




    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?