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    Pesquisa nas Definições por:

    DESPERTOU-MAS

    ambíguo | adj.

    Em que pode haver mais de um sentido....


    desperto | adj.

    Acordado; vigilante....


    esurino | adj.

    Que desperta o apetite....


    indiferente | adj. 2 g.

    Que tem ou manifesta indiferença....


    Provérbio que aconselha a não despertar ódios ou dissensões adormecidas....


    ganchudo | adj.

    Que tem a forma de ou é semelhante a um gancho....


    Que desperta de repente e está estonteado com sono....


    perdição | n. f.

    Ato de perder ou perder-se....


    buda | n. m.

    No budismo, designação dada a quem alcança um estádio de iluminação ou sabedoria suprema....


    babaquice | n. f.

    Dito ou ato de quem é tolo ou babaca....


    páthos | n. m. 2 núm.

    Emoção intensa que uma obra de arte ou um acontecimento desperta no espetador....


    cómico | adj. | n. m.

    Da comédia ou a ela relativo....


    orexina | n. f.

    Substância amarga que desperta o apetite....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?