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    Pesquisa nas Definições por:

    DENOTÁRAMOS

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    bizarro | adj.

    Que se destaca pela postura, distinção, elegância (ex.: porte bizarro)....


    brunido | adj.

    Que se bruniu, que foi lustrado....


    canicular | adj. 2 g.

    Da canícula ou a ela relativo....


    desitivo | adj.

    Que denota desinência; cessação de ação....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    ledo | adj.

    Que denota, sente ou contém alegria, contentamento, júbilo....


    pio | adj.

    Inclinado à piedade....


    Que denota prazer, satisfação....


    sagaz | adj. 2 g.

    Que denota perspicácia ou facilidade de compreensão; que é dotado de sagacidade....


    túmido | adj.

    Que aumentou em volume....


    Que denota hesitação, irresolução; vacilante....


    Que denota inquietação, perturbação ou desassossego....


    bacanudo | adj.

    Que agrada ou denota qualidades muito positivas; que é muito bacana (ex.: o jogo tem uns gráficos bem bacanudos)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?