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    Pesquisa nas Definições por:

    Cerraste

    crasso | adj.

    Grosso, espesso....


    denso | adj.

    Que pesa muito em relação a outros corpos de igual volume....


    retrincado | adj.

    Malicioso; dissimulado; caviloso....


    caligem | n. f.

    Nevoeiro denso....


    mecha | n. f.

    Cordão, fio ou feixe de fios envolvido em cera ou combustível, próprio para manter o lume quando aceso....


    cerra-livros | n. m. 2 núm.

    Objeto destinado a segurar um conjunto de livros dispostos verticalmente....


    boqueiro | n. m.

    Pequena ferida no canto da boca....


    hipófase | n. f.

    Cerramento imperfeito das pálpebras, que permite ver parte da esclerótica....


    ronca | n. f.

    Ato ou efeito de roncar....


    brumado | adj. | n. m.

    Em que há bruma ou brumas....


    cânula | n. f.

    Tubo de vários instrumentos cirúrgicos....


    cinto | n. m.

    Acessório que consiste numa fita ou correia, com fivela ou outro tipo de fecho, que aperta a cintura....


    serro | n. m.

    Aresta de um monte....


    geraiseiro | n. m.

    Indivíduo pertencente a uma população agrícola que habita os cerrados do norte de Minas Gerais, no Brasil....


    cerco | n. m.

    Ato de cercar....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?