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    CASARAM-MOS

    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    casadouro | adj.

    Que tem idade para casar....


    contanto | adv.

    Usado na locução conjuncional condicional contanto que....


    dioico | adj.

    Que tem as flores masculinas e as flores femininas em pés diferentes....


    ecdémico | adj.

    Que se manifesta isoladamente, não atingindo em massa a população (ex.: doença ecdémica)....


    Que lavra por sua conta e risco....


    encouchado | adj.

    Encolhido; acanhado; metido em casa, fingindo-se doente....


    enquanto | conj.

    Indica duração em simultaneidade; durante o tempo em que (ex.: enquanto estive em casa, o telefone não tocou)....


    enxamplado | adj.

    Batizado em casa por urgência (falecimento da criança que nasceu excessivamente fraca)....


    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


    ínubo | adj.

    Que não é casado....


    inupto | adj.

    Que não casado....


    lampeiro | adj.

    Que nasce ou surge antes do tempo....


    monoico | adj.

    Que tem num só pé flores dos dois géneros (mas separadas)....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?