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    CAPEMOS-MAS

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    soticapa | adv.

    Debaixo de capa ou de pretexto....


    Desde o princípio até ao sinal (ex.: repetir da capo al segno)....


    da capo | loc.

    Do princípio; desde o princípio (ex.: repetir da capo)....


    abafo | n. m.

    Ato de abafar....


    barça | n. f.

    Capa de vimes para vidros ou louças....


    bedém | n. m.

    Capa de esparto, palha ou couro contra a chuva....


    encapotado | n. m.

    Indivíduo embuçado em capa ou capote....


    encobrideira | n. f.

    Mulher que serve de capa, que encobre....


    furta-capa | n. m.

    Toureiro que distrai o touro....


    pénula | n. f.

    Pena com que no século XIII os jograis tocavam cítara e com que, na Antiguidade, se faziam vibrar outros instrumentos....


    socapa | n. f.

    Disfarce ou manha para enganar....


    volume | n. m.

    Espaço ocupado por um corpo qualquer....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber o antónimo de andrógeno, ou seja, o factor que estimula ou faz aparecer os caracteres femininos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?