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    Pesquisa nas Definições por:

    BANCOU-AS

    parideiro | adj.

    Que está em idade de parir (ex.: fêmea parideira)....


    -edro | elem. de comp.

    Exprime a noção de face (ex.: decaedro)....


    bancário | adj.

    De bancos ou de banqueiro (comercial)....


    arquibancada | n. f.

    Série de bancos ou de assentos de um recinto, circo, teatro, estádio, assembleia, etc....


    areinho | n. m.

    Pequeno areal, à beira de um rio....


    banqueiro | n. m.

    O que faz operações bancárias ou detém um banco....


    banqueta | n. f.

    Banco geralmente sem encosto e estofado....


    barrilete | n. m.

    Pequeno barril, geralmente de menos de dez litros....


    escabelo | n. m.

    Banco comprido e largo, constituindo ao mesmo tempo uma caixa, e com uma tábua de encosto a todo o comprimento....


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    larga | n. f. | interj.

    Ato ou efeito de largar....


    sirte | n. f.

    Banco de areia movediça....


    tripó | n. m.

    Tripeça com assento triangular de couro e os pés unidos....


    borderô | n. m.

    Registo pormenorizado dos movimentos ou dos créditos e débitos de um período ou de uma operação....


    coberta | n. f. | adj. f.

    O que serve para cobrir ou envolver....


    jacente | adj. 2 g. | n. m.

    Que jaz....


    picadeiro | n. m.

    Lugar onde os picadores ensinam ou amestram os cavalos (ex.: picadeiro ao ar livre; picadeiro coberto)....


    roleta | n. f.

    Jogo de azar em que se pretende acertar no número e cor onde vai parar uma bola branca lançada no sentido contrário ao de uma roda dividida geralmente em 37 sectores numerados de 0 a 36, e coloridos alternadamente em vermelho e preto (e verde para 0)....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?