PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Assinalas-te

    explosão | n. f.

    Súbita, violenta e, geralmente, estrondosa fragmentação de um corpo, devido à dilatação de gases ou à conflagração de matérias....


    miógrafo | n. m.

    Instrumento que assinala graficamente as contrações musculares....


    sinalefa | n. f.

    Reunião de duas sílabas numa só por sinérese, crase ou elisão....


    bigue-bangue | n. m.

    Explosão de matéria que teria assinalado o começo da expansão do universo....


    fiel | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Que guarda fidelidade....


    homenagem | n. f.

    Juramento de fidelidade que prestava ao soberano o vassalo que recebia feudo....


    mordente | adj. 2 g. | n. m.

    Que morde....


    padrão | n. m.

    Lápide ou coluna com inscrição ou com armas reais, geralmente para assinalar uma presença (ex.: o navegador português Diogo Cão colocou padrões na costa sudoeste africana)....


    big-bang | n. m.

    Explosão de matéria que teria assinalado o começo da expansão do universo....


    crase | n. f.

    Contração ou fusão de sons vogais num só....


    radar | n. m.

    Aparelho que serve para assinalar, pela reflexão de ondas hertzianas ultracurtas, os objetos afastados e determinar a sua localização exata....


    Aparelho que permite determinar a direção de um emissor radioelétrico e que, a bordo dos aviões e dos navios, serve para assinalar a direção e posição....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.