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    ASSESSOROU-MOS

    assessorado | adj. | n. m.

    Que se assessorou ou que tem assessores....


    assessor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem assiste ou assessora....


    assessorar | v. tr. | v. pron.

    Exercer função de assessor junto de....


    Relativo, simultaneamente, ao direito e à administração (ex.: assessoramento jurídico-administrativo; competência jurídico-administrativa; regime jurídico-administrativo)....


    circundar | v. tr. | v. pron.

    Estar em roda de....


    trocentos | adj. pl.

    Que é em número muito elevado, mas indeterminado (ex.: escreveu trocentas páginas de uma prosa chata; o governo tem trocentos assessores)....


    Que é relativo à técnica e legislação (ex.: assessora técnico-legislativa; detalhe técnico-legislativo; problemas técnico-legislativos)....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida persistente sobre a pronúncia de algumas palavras que mudam a pronúncia do /ô/ por /ó/, como em ovo e ovos quando no plural. Existe alguma regra que me ajudaria nisto, haja visto que procurei em alguns dicionários e não encontrei referência alguma? Minhas maiores dúvidas são com respeito ao plural das palavras rosto, gostoso e aborto.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?