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    voltando-mos

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    almarado | adj.

    De cabeça pelada em várias partes....


    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    circunduto | adj.

    Diz-se da citação julgada nula....


    decotado | adj.

    Que tem ou traz decote....


    decumbente | adj. 2 g.

    Que está inclinado, deitado....


    cumbuco | adj.

    Cujas pontas (dos chifres) estão voltadas para dentro....


    desabitado | adj.

    Com as voltas que a amarra tem tiradas na abita....


    enfestado | adj.

    Dobrado ao meio da largura....


    engajatado | adj.

    Voltado ou torcido como um gajato....


    Que se volta para a luz do Sol (ex.: flor heliotrópica)....


    Que tem a radícula voltada para o hilo....


    rampante | adj. 2 g.

    Diz-se do quadrúpede que tem as patas traseiras em plano inferior às mãos, e a cabeça voltada para o lado direito do escudo....


    recidivo | adj.

    Que torna a aparecer....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?