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    Pesquisa nas Definições por:

    finalzito

    Diz-se dos versos que na aparência têm uma sílaba a mais, mas que, na realidade, elidem a sua vogal final, que passa à que começa a primeira palavra do verso seguinte....


    prévio | adj.

    Feito ou dito com antecipação, antes de outra coisa....


    Passo a quatro tempos; dança de origem inglesa que a França importou e divulgou nos finais do século XIX....


    Final de um verso de Virgílio que nos adverte de que o tempo que passa não volta mais, e de que o não devemos desperdiçar em futilidades....


    Aludindo ao escorpião que tem a peçonha na cauda, os romanos aplicavam a locução a carta, discurso, etc., em cujo final o seu autor concentrara toda a malícia....


    Fórmula litúrgica que precedia, na missa, a bênção final dada pelo celebrante....


    Final de um verso de Terêncio que afirma que nem todas as verdades se dizem....


    bel canto | loc.

    Escola ou técnica de canto de tradição italiana, desenvolvida em especial desde o final do século XVII até ao século XIX, que se baseia no virtuosismo vocal e no controlo sobre uma longa extensão vocal....


    Relativo ou pertencente à fase final do modernismo (ex.: arquitetura tardomoderna; estilo tardomoderno)....


    Relativo ou pertencente à fase final da Antiguidade grega (ex.: trata-se de uma cópia tardo-helénica de um original grego do século V a.C.)....


    tardo-oitocentista | adj. 2 g.

    Que é relativo ao final do século XIX (ex.: edifício tardo-oitocentista)....


    tardossetecentista | adj. 2 g.

    Que é relativo ao final do século XVIII (ex.: palácio tardossetecentista)....


    tardosseiscentista | adj. 2 g.

    Que é relativo ao final do século XVII (ex.: altar tardosseiscentista)....


    arturiano | adj.

    Relativo ao rei Artur, lendário rei britânico que teria vivido no final do século V e início do século VI (ex.: corte arturiana)....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?