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    devotei-tas

    indevoto | adj.

    Não devoto; que revela falta de devoção....


    pio | adj.

    Inclinado à piedade....


    devoto | adj. | n. m.

    Que tem devoção....


    místico | adj. | n. m.

    Em que há mistério ou razão incompreensível....


    sacrista | n. 2 g.

    Pessoa que tem a seu cargo a sacristia, o arranjo de uma igreja, o serviço de ajudante à missa, etc....


    hassidismo | n. m.

    Ramo do judaísmo ortodoxo que se caracteriza por promover a espiritualidade e a popularização do misticismo....


    oratório | adj. | n. m.

    Relativo à oratória....


    misseiro | adj. n. m.

    Que ou aquele que é muito devoto de missas....


    chassidista | adj. 2 g. n. 2 g.

    O mesmo que hassidista....


    hassidista | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g.

    Que ou quem é partidário do hassidismo....


    professo | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem faz votos numa ordem religiosa....


    rezador | adj. n. m.

    Que ou aquele que reza, que é devoto....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?