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    Pesquisa nas Definições por:

    abusaram

    Porque sou o mais forte; argumento do leão, numa fábula de Fedro, para se atribuir o primeiro quinhão da presa; aplica-se àquele que abusa da sua força e da sua autoridade....


    Conselho de moderação, aplicável a todas as coisas....


    absintismo | n. m.

    Doença causada pelo abuso do absinto....


    demagogia | n. f.

    Preponderância do povo na forma do governo....


    carnismo | n. m.

    Abuso da carne na alimentação....


    hidrargiria | n. f.

    Erupção cutânea proveniente da aplicação de medicamentos mercuriais....


    Intoxicação ou estado patológico proveniente do contacto ou do abuso do mercúrio....


    morfina | n. f.

    Principal alcaloide do ópio, analgésico e soporífero, como os seus derivados (heroína). [A morfina emprega-se em terapêutica por ingestão ou por injeção; o seu abuso conduz a uma grave intoxicação.]...


    morfinismo | n. m.

    Conjunto dos fenómenos provenientes do abuso da morfina....


    opressão | n. f.

    Ato ou efeito de oprimir....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?