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    Pesquisa nas Definições por:

    Recapitule-tos

    sumário | adj. | n. m.

    Que se limita ao que é essencial ou mais importante....


    epânodo | n. m.

    Repetição ou recapitulação, em separado, de palavras que primeiro se disseram juntas....


    epílogo | n. m.

    Última parte de um discurso, na qual se faz uma leve recapitulação das razões principais que nele entraram....


    resumo | n. m.

    Ato ou efeito de resumir; sinopse....


    sabatina | n. f.

    Controvérsia que nos sábados havia nas aulas de teologia e de filosofia....


    sabatinar | v. tr. | v. intr.

    Submeter a sabatina (ex.: antes da palestra, o historiador sabatinou pessoalmente alguns alunos)....


    anacefaleose | n. f.

    Parte final de um discurso ou texto escrito, antes do epílogo, em que se lembram os pontos mais importantes tratados....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.