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    Pesquisa nas Definições por:

    RESPALDAIS

    otomana | n. f.

    Sofá largo sem respaldo....


    espala | n. f.

    Moldura de uma abertura onde se fixa uma porta ou janela....


    estadela | n. f.

    Cadeira de braços e respaldo alto para magistrados, etc....


    respaldo | n. m.

    Encosto para as costas numa cadeira....


    espaldar | n. m.

    Costas de cadeira ou assento semelhante (ex.: canapé com três espaldares e braços)....


    respaldar | v. tr. e pron. | v. tr. | n. m.

    Dar ou obter apoio ou fundamento (ex.: a legislação respalda as nossas pretensões; respaldou-se nos procedimentos técnicos recomendados)....


    raso | adj. | n. m.

    Rente, cérceo, rapado, cortado até ao rés de....


    solfar | v. tr.

    Consertar as margens de uma folha de livro, rota ou gasta....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.