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    Pesquisa nas Definições por:

    PRESENCIAMOS

    ocular | adj. 2 g. | n. f.

    Relativo aos olhos....


    quirófano | n. m.

    Local acondicionado para fazer operações cirúrgicas de maneira que possam presenciar-se através de uma divisória envidraçada....


    flagra | n. m.

    Ato presenciado por alguém aquando da sua realização....


    espetador | n. m.

    Aquele que assiste a espetáculo....


    presenciar | v. tr.

    Estar presente ou assistir a....


    testemunha | n. f. | n. f. pl.

    Pessoa que presenciou ou ouviu algum facto ou dito e que dele pode dar pormenores (ex.: testemunha ocular)....


    assistente | adj. 2 g. n. 2 g. | n. 2 g. | n. f.

    Que ou o que dá assistência....


    fraga | n. m.

    Ato presenciado por alguém aquando da sua realização....


    assistir | v. tr.

    Estar presente; ser testemunha ou espetador....


    ver | v. tr. | v. pron. | n. m.

    Exercer o sentido da vista sobre....


    presencial | adj. 2 g.

    Que presenciou ou observou (ex.: testemunha presencial)....


    déjà-vu | n. m. 2 núm. | adj. 2 g. 2 núm.

    Forte sensação de já ter presenciado ou vivido determinado momento ou situação no passado....




    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?