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    OCUPAS-TOS

    atricado | adj.

    Ocupado com afã e alegremente num trabalho manual....


    atarefado | adj.

    Ocupado em tarefa, azafamado....


    azafamado | adj.

    Cheio de azáfama, muito ocupado....


    cogitativo | adj.

    Ocupado a cogitar ou pensar....


    desocupado | adj.

    Que não tem em que se ocupar....


    etéreo | adj.

    Da natureza do éter ou a ele relativo....


    nato | adj.

    Nascido....


    operante | adj. 2 g.

    Que opera ou atua....


    preeminente | adj. 2 g.

    Que tem preeminência; que ocupa lugar ou graduação mais elevada....


    sédulo | adj.

    Que age com grande zelo, diligência ou determinação (ex.: aluno sédulo)....


    preocupado | adj.

    Que se preocupa ou tem preocupações....


    Expressão usada para dizer a alguém que se deixa distrair por algo estranho à sua ocupação que deve prestar atenção ao que faz....


    Emprega-se para exprimir que um espírito superior não deve ocupar-se de questiúnculas indignas de si....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?