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    Pesquisa nas Definições por:

    MOLDAR-NOS

    dúctil | adj. 2 g.

    Que pode ser estendido na fieira ou a martelo sem se quebrar....


    -plastia | elem. de comp.

    Exprime a noção de cirurgia ou operação plástica (ex.: rinoplastia)....


    chavão | n. m.

    Chave muito grande....


    gambota | n. f.

    Molde ou arco de madeira para a construção de uma abóbada....


    gancha | n. f.

    Gadanha para o feno....


    moldado | adj. | n. m.

    Que se moldou....


    Polímero do propileno que se usa como material termoplástico de moldagem....


    cloroplasto | n. m.

    Corpúsculo das células vegetais que contém clorofila....


    cloroplasta | n. m.

    Corpúsculo das células vegetais que contém clorofila....


    cofragem | n. f.

    Estrutura, em madeira ou metal, instalada para evitar desmoronamentos em poços, trincheiras, etc....


    eburina | n. f.

    Designação de um composto industrial de resíduos de ossos e marfim reduzidos a pó e metidos em moldes aquecidos....


    figurante | n. 2 g.

    Pessoa que, em cinema, televisão ou teatro, participa com papel decorativo ou pouco importante, geralmente sem falas....


    filigrana | n. f.

    Obra de ourivesaria formada de fios de ouro ou prata delicadamente entrelaçados e soldados....


    manequim | n. m. | n. 2 g.

    Boneco que, figurando um corpo humano, serve de estudo ou de molde....


    jito | n. m.

    Cano que leva para o molde o metal fundido....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?