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    MATUTAM-MA

    matutice | n. f.

    Qualidade, modos de matuto....


    tuta-e-meia | n. f.

    Pouco valor, preço baixo ou pouco dinheiro (ex.: pagou uma tuta-e-meia pelo carro; ficaram com a casa por tuta-e-meia)....


    caiçara | n. f. | n. m. | n. 2 g.

    Cerca de proteção à volta de uma aldeia indígena....


    tapiocano | n. m.

    Caipira, tabaréu, matuto....


    saquarema | n. m.

    Designação antiga de sectário do partido conservador, na época do Império, no Brasil....


    jeca | adj. n. m.

    Caipira, matuto....


    Pouco valor, preço baixo ou pouco dinheiro....


    aparafusar | v. tr. e intr.

    Segurar com parafusos....


    minhocar | v. tr. e intr.

    Pensar muito sobre algo....


    trabalhar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr.

    Dar determinada forma a (ex.: trabalhar a madeira)....


    matuto | adj. | adj. n. m.

    Que é relativo ao mato....


    magicar | v. intr. | v. tr.

    Divagar com o pensamento....


    botocudo | n. m. | adj. | adj. n. m.

    Designação dada pelos colonizadores portugueses a cada um dos membros de vários grupos indígenas brasileiros por usarem botoques como adorno....


    caburé | n. m.

    Designação dada a várias espécies de corujas do género Glaucidium....


    matutar | v. intr.

    Pensar muito sobre algo....


    casaca | n. f. | n. m. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Peça de roupa masculina, composta por um casaco com duas abas compridas atrás, usada como traje de cerimónia....



    Dúvidas linguísticas


    Fazer de propósito ou fazer com propósito?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.