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    Pesquisa nas Definições por:

    Embarcarem-te

    raseiro | adj.

    Que tem pouco fundo (ex.: embarcação raseira)....


    trincado | adj.

    Cortado com os dentes....


    boieiro | adj.

    Diz-se de embarcação que flutua bem mesmo em águas pouco profundas (ex.: barco boieiro)....


    eletrossolar | adj. 2 g.

    Que produz energia elétrica a partir da luz solar....


    arpéu | n. m. | n. m. pl.

    Gancho para aferrar embarcações....


    arrombada | n. f.

    Ato ou efeito de arrombar....


    barandar | n. m.

    Aparelho para equilibrar pequenas embarcações quando há mar grosso....


    bartedouro | n. m.

    Espécie de pá cavada em escudela com que se despeja a água que entra nas embarcações....


    batel | n. m.

    Pequena embarcação, geralmente fluvial....


    caíque | n. m.

    Barco de navegação costeira, com dois mastros sem mastaréus....


    cais | n. m. 2 núm.

    Ponto de embarque e desembarque nos portos, cursos de água, estações de caminho-de-ferro....


    caixamarim | n. m.

    Pequena embarcação costeira....


    calamute | n. m.

    Antiga embarcação indiana....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?