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    Pesquisa nas Definições por:

    ESTAFARAS-TO

    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    estafante | adj. 2 g.

    Que cansa muito; que estafa....


    acossa | n. f.

    Ato ou efeito de acossar....


    estafa | n. f.

    Cansaço extremo....


    estafanço | n. m.

    Esforço para se conseguir algo....


    estafeiro | n. m.

    Criado que acompanha a pé o cavaleiro, junto do estribo....


    estafe | n. m.

    Material de revestimento de estruturas, composto por gesso e estopa, usado em tetos falsos e ornamentos....


    stafe | n. m.

    Conjunto de pessoas que constituem um grupo de trabalho de uma entidade, de um evento, etc....


    staff | n. m.

    Ver stafe....


    estafador | adj. n. m.

    Que ou aquele que estafa....


    estafar | v. tr. | v. pron.

    Dar ou causar estafa a....


    moer | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Reduzir a pó....


    escanzurrar | v. tr. e pron.

    Tornar ou ficar cansado por excesso de trabalho ou de esforço....


    exaurir | v. tr. e pron.

    Gastar ou gastar-se até não haver mais....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?