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    Pesquisa nas Definições por:

    ESPOSAM-SE-MOS

    fido | adj.

    Que é digno de confiança (ex.: fido esposo)....


    uxórico | adj.

    Relativo a mulher casada....


    uxório | adj.

    Relativo a mulher casada....


    condessa | n. f.

    Mulher que tem um condado....


    gâmeta | n. m.

    Cada uma das duas células (masculina e feminina) entre as quais se opera a fecundação dos animais e vegetais....


    Mulher que manifesta desejo sexual intenso; mulher que revela ninfomania....


    mariticídio | n. m.

    Assassinato do marido pela própria esposa....


    avodrasta | n. f.

    Esposa ou companheira do avô, ou da avó em casais do mesmo sexo, em relação aos netos dessa outra pessoa....


    dona | n. f.

    Tratamento e título honorífico que precede o nome próprio de senhoras (abreviatura: D.)....


    esposa | n. f.

    Pessoa do sexo feminino casada com outra, em relação a esta....


    marido | n. m.

    Pessoa do sexo masculino casada com outra, em relação a esta....


    uxoricida | n. m.

    Aquele que assassinou sua mulher....


    uxoricídio | n. m.

    Assassínio da mulher cometido pelo marido....


    infanta | n. f.

    Filha de rei, que não é herdeira da coroa....


    ninfolepsia | n. f.

    Misantropia que leva a procurar a solidão dos bosques....


    ninfómana | n. f.

    Mulher que manifesta ninfomania....


    ninfomania | n. f.

    Desejo sexual muito intenso na mulher, considerado patológico....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.