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    Pesquisa nas Definições por:

    ENCIMAMOS-LHO

    abside | n. f.

    Espécie de corredor semicircular na parte lateral e posterior do altar-mor....


    encimado | n. m. | adj.

    Remate sobre o escudo de armas....


    falcata | n. f.

    Arma antiga formada de uma parte encimada por uma espécie de foice ou podão....


    acrotério | n. m.

    Vértice, cume, extremidade de qualquer objeto....


    psiché | n. m.

    Espécie de mesa ou cómoda, encimada por um espelho, para servir a quem se penteia ou se arranja....


    cornamenta | n. f.

    Conjunto das hastes de um animal cornífero (ex.: cabeça encimada por cornamenta larga)....


    coronel | n. m.

    Graduação militar de comandante de regimento e imediatamente inferior à de brigadeiro ou, no Brasil, general de brigada....


    toucado | adj. | n. m.

    Que traz touca ou toucado....


    caduceu | n. m.

    Vara ou bastão encimado por duas asas e em que se enroscam duas serpentes cujas cabeças ficam viradas uma para a outra no topo, atributo do deus Mercúrio (ex.: o caduceu costuma empregar-se como símbolo do Comércio)....


    frontão | n. m.

    Ornato arquitetónico triangular que encima geralmente o topo da parte central de um edifício....


    coroar | v. tr. | v. pron.

    Cingir de coroa a cabeça de....


    encimar | v. tr.

    Colocar sobre, rematar, coroar....


    remontar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Fazer subir a lugar elevado....


    toucar | v. tr.

    Cingir ou cobrir com touca....


    rematado | adj.

    Que se rematou ou concluiu....


    tabuleiro | n. m.

    Peça disposta para nela se jogarem certos jogos, como o xadrez, as damas, etc....


    férula | n. f.

    Instrumento com que se castiga batendo na palma da mão....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?